terça-feira, 11 de junho de 2013

Devocional 11/Junho

O servo do Senhor… deve ser brando para com todos. (2 Tm2.24.)

Quando nos submetemos a Deus, Ele retira de nós toda a dureza, e adquirimos, então, uma profunda visão do Espírito de Jesus, e passamos a compreender a preciosidade que é, neste mundo infeliz e de trevas, a brandura de espírito.
As graças do Espírito Santo não recaem sobre nós acidentalmente; se não discernirmos certos estados de graça, e os escolhermos e os nutrirmos em nosso pensamento, eles nunca farão parte de nossa natureza ou comportamento.
Cada passo avante para crescermos na graça, requer antes que verifiquemos o que existe ali para nós, e depois, em oração, resolvamos obtê-lo.
São poucos os que estão dispostos a passar pelo sofrimento através do qual adquirimos a completa mansidão.
Nós temos que morrer, para que possamos nos tornar mansos, e a nossa crucificação envolve sofrimento; é um verdadeiro esmagamento do eu, que domina o coração e a mente.
Hoje em dia existe muita santificação meramente lógica e mental,
que é apenas uma ficção religiosa. Consiste em a pessoa colocar-se mentalmente no altar, e, mentalmente, dizer que o altar santifica a oferta, e daí concluir que está santificada; e essa pessoa sai a falar com uma loquacidade superficial sobre as profundezas de Deus.
Mas as cordas naturais do coração não foram quebradas nem a
rocha adâmica reduzida a pó, e suas entranhas não experimentaram a
agonia do Getsêmani. Sem as marcas reais da morte no Calvário, não
pode haver aquele transbordar suave e triunfante da vida de vitória que brota de um túmulo vazio. — G. D. W.
E em todos eles havia abundante graça. (At 4.33.)

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